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Recentemente a ASAE desenvolveu uma operação no comércio de Terapêuticas Não Convencionais, fiscalizando todos os produtos no mercado à procura de produtos naturais em cuja composição se encontrassem derivados de fauna ou flora proibidas ou restringidas.
A comercialização de alguns destes produtos é proibida na união europeia devido aos seus efeitos perniciosos (ephedra sinica) ou devido a serem provenientes de espécies em extinção (corno de rinoceronte). A AMENA pediu, por carta, uma justificação à ASAE. A resposta recebida foi publicada no site da AMENA e agora também se publica neste blog.
Recentemente a Internet foi invadida por noticias que sustentavam que a acupunctura era mais eficaz que a medicina herbal ou a medicação ocidental no tratamento de dores menstruais. Encontrei, através do google, um artigo na globo online[i] e outras fontes portuguesas ou internacionais como o Times of India[ii] [iii] [iv].
Decidi averiguar se era mesmo verdade ou se era só mais um remake das notícias sensacionalistas que há algum tempo geraram tanta controvérsia no ciênciahoje.pt[v] e que, Inclusivamente, levaram à saída do Jorge Buesco do mesmo site[vi].
Esta notícia era diferente. Não fora retirada de nenhum jornal diário mas de uma publicação científica: BJOG An International Obstetrics and Gynaecology[vii]. O resumo que se segue foi feito a partir directamente do estudo e não das notícias de jornal. Para melhor se compreender alguns aspectos do estudo foram usados links para outros artigos. Todas essas adições se encontram devidamente assinaladas nas notas finais.
Assunto: IVA de 21% aplicado aos acupunctores
Destinatário: Ministério das Finanças
Publicado a 10/03/2009
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República
o fisco está a cobrar o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) a 21% aos acupunctores, mas isenta de IVA a acupunctura quando praticada por enfermeiros, médicos, psicólogos, entre outros.
Esta medida distorce a lei da concorrência, beneficiando os que isenta, e viola o direito a igualdade no exercício da profissão.
Elaborado a 12 DE ABRIL DE 2008. II SÉRIE-D — NÚMERO 25.
GRUPO PARLAMENTAR DE AMIZADE PORTUGAL-CHINA Relatório elaborado pelo Deputado Vitalino Canas, do PS, referente à reunião com uma Delegação da República Popular da China, realizada na Assembleia da República, no dia 1 de Abril de 2008
Enquadramento
No âmbito do Programa de Actividades do Grupo Parlamentar de Amizade (GPA) Portugal-China recebi, na qualidade de Presidente do GPA Portugal-China, e a seu pedido, no passado dia 1 de Abril, na Assembleia da República, uma Delegação da República Popular da China (RPC), com o objectivo global de debater a regulamentação da medicina tradicional chinesa em Portugal.
Neste contexto, e considerando a importância que o tema possa eventualmente merecer a V. Ex.ª, envio um curto resumo dos principais temas debatidos nesta reunião. Informo ainda V. Ex.ª que darei igualmente conta deste ofício a S. Ex.ª o Presidente da Assembleia da República.
A Delegação da RPC, cuja composição se deixa em anexo, visitou o nosso país no quadro da inauguração, no passado dia 31 de Março, da Universidade de Medicina Chinesa Dr. Pedro Choy, Pólo da Universidade de Medicina Chinesa de Chengdu, em Lisboa.
Neste contexto, foi debatida, de um modo geral, a Lei n.º 45/2003, de 22 de Agosto (Lei do enquadramento base das terapêuticas não convencionais), e, bem assim, a sua regulamentação, como forma de dar cumprimento às expectativas criadas desde 2003 nesta matéria. A este título, informei a Delegação chinesa que esta matéria apresenta-se, de certa forma, com um carácter inovador em Portugal e daí o eventual atraso na sua regulamentação, dada a necessidade de aprofundar técnica e juridicamente todos os aspectos que com ela se inter-relacionam.
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Um dos meus textos mais antigos faz referência a uma comparação existente entre fitoterapia chinesa e homeopatia. Nesse artigo critico algumas comparações falaciosas que se fazem entre fitoterapia tradicional chinesa e homeopatia.
Devo admitir que, pessoalmente, não dou grande crédito à homeopatia. Costumo ser bastante céptico relativamente a algumas práticas e afirmações provenientes do meio das medicinas ditas complementares. Em relação à homeopatia o crédito pessoal é mesmo muito reduzido.
Refiro isto proque esta semana enviaram-me um link com um filme do youtube onde se parodiava com a homeopatia. Apesar de não concordar com uma das criticas que fazem, na sua totalidade o filme tem algumas críticas interessantes e cheias de humor.
Espero que o leitor se ria tanto quanto eu… independentemente do crédito que dá à homeopatia.
Este artigo é uma experiência. A caiuxa que encontra abaixo é uma versão mp3 de uma aula de acupunctura, ou, neste caso, de uma parte de uma aula. Estou a experimentar colocar online algumas aulas minhas. O leitor poderá deixar informação abaixo sobre a qualidade do som. O objectivo final será servir ainda melhor os leitores do blog.
Ao todo esta gravação ocupa pouco mais de 2 minutos. As futuras gravações serão mais extensas.
A lógica destas aulas é serem apresentadas por escrito e suporte audio. Desta forma, na medida que o leitor ouve a aula consegue acompanhar com o texto. Este modelo pode apresentar várias vantagens:
1 – oferece suporte escrito das aulas
2 – permite compreender o que é dito em momentos de maior barulho, ou pelo menos compreender aquilo que é realmente relevante
3 – torna mais interessante a leitura destes textos por parte de alunos e profissionais.
Este é um artigo de experiência com publicação de videos no blogue. Este video foi retirado do youtube. Futuramente irei colocar videos de outros autores, retirados do youtube, ou meus. Ainda estou a pensar em que serviço usar para os meus filmes uma vez que posso usar o youtube ou o 4 shared. Este último programam é o que eu uso para partilhar a versão audio das minhas aulas.
O problema não está só no erro de associar a manifestação a um sintoma e a causa a algo extra-sintomático. O problema reside também em não se compreender que “manifestação” e “causa” não são conceitos estáticos e que podem ser aplicados a diversas situações. Costumo dizer que a MTC é uma medicina de contexto, algo que passa despercebido à grande maioria das pessoas. Vamos compreender melhor o que digo recorrendo a alguns exemplos.
Um paciente pode apresentar diarreia por vazio de qi do baço que teve origem num padrão de estagnação de qi do fígado que atacou o Baço, estagnação essa que surgiu em consequência de um divórcio litigioso. Neste caso existe um encadeamento causal, onde “manifestação” e “causa” se confundem ao longo da história clínica do paciente.
Ao longo destes últimos textos tem-se discutido muito o que significa manifestação e causa em medicina chinesa. Esta controvérsia surgiu devido às minhas críticas contra discursos superficiais muitos usados em MTC como “os outros tratam sintomas, nós tratamos as causas” ou “A Medicina Ocidental (MO) só trata sintomas”.
No texto “Os outros tratam sintomas, nós tratamos as causas” expliquei como este pensamento era errado. Também mostrei que, no fundo, a MTC tinha o seu sistema de pensamento que lhe permitia analisar um paciente diferenciando manifestações de causas enquanto a MO tinha o seu próprio sistema.
Esta afirmação não só denuncia falta de formação em MTC como uma grande falta de formação científica. Nos 3 artigos intitulados “Só tratam sintomas” ataquei mais uma vez este pensamento mostrando que se alguma medicina é sintomática, então, é a MTC, na medida que depende muito mais dos sintomas do paciente para fazer diagnóstico do que a MO, que pode diagnosticar e curar pacientes cuja patologia é assintomática.
Debate no Brahmi Oriental Welness – 3 Caminhos um só destino
Recentemente fui convidado a participar num debate no Brahmi Oriental Wellness. Em baixo poderão encontrar mais informações sobre o mesmo.
3 Caminhos um só destino
22 de Janeiro às 21h15
Preço: 5 euros
A MEDICINA AYURVÉDICA, A MEDICINA CHINESA e a MEDICINA OCIDENTAL
Medicinas alternativas ou complementares?
Diversas questões se têm levantado ao longo dos tempos sobre qual o melhor caminho a seguir, qual o melhor remédio para nos tratarmos?
Serão as medicinas a sério? Qual a melhor? Quem ouvir, para onde olhar?
Os temas são vários, as abordagens são diversas, os caminhos podem ser diferentes.
O destino é único… EU!
Esta debate terá a participação de:
Dr. Luis Nacho – Medicina Ayurvédica
Dr. Nuno Lemos – Medicina Chinesa
Dra. Nuria Gouveia – Medicina Ocidental
LOCALIZAÇÃO
Brahmi Oriental Welness
Av. Dos plátanos, nº51 Loja C
Jardins da Parede – 2775-352 Parede
TEL: 214675478